segunda-feira, 28 de julho de 2008

Qual o caminho a seguir?

Depois de ouvirmos e ler-mos alguns discursos politicos , eu tal como todos os demais jovens, ponderamos seriamente se de facto se faz politica em Portugal.
Um facto inalteravel é que as "grandes" discussões na Assembleia da Républica não são mais do que provas à retórica e à capacidade argumentativa dos intervenientes.Politicas, medidas, argumentos, análises da situação do país ,nem vê-las.
Felizmente existem as Juventudes Partidárias, essas sim que tentam levar a bom porto este país e estas sim têm sempre uma posição a defender.Uma posição que defendem com unhas e dentes, algo que faz parte da sua essencia , algo que faz delas proprias uma organizaçao.Algo que tem faltado aos partidos com poder decisório. Falta garra, falta oposição, faltam ideias, falta união. Falta uma identidade ao país e a culpa é da fraca "politica" e dos fracos "politicos".

Certo ou errado só o tempo o dirá, o que importa é pensar, reflectir, fazer pensar, suscitar mudanças.No fundo fazer politica é nao mais do que agitar as ostes .

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Sistema de Ensino

Deparamo-nos hoje em dia com uma realidade cada vez mais deprimente acerca do ensino em Portugal.Por um lado, temos cada vez mais faculdades privadas onde a média de acesso chega a tomar valores negativos e, por outro, as faculdades públicas em áreas como medecina, engenharia ou arquitectura tomam médias elevadíssimas.
A questão que coloco é a seguinte: Um aluno poderá exercer melhor uma função profissional do que um outro, só porque teve maior felicidade num exame ?(que só por si já é suspeito)
Os alunos que ambicionam medicina estão sujeitos a pressões abusivas, que nao os beneficiaram a eles, nem a todo um sistema publico de ensino. O que assistimos entao: os alunos que realmente querem medecina abandonam a escola pública e partem para o ensino privado, onde contrariamente ao que se diz "não se dão as notas", mas sim melhora-se o nivel de rendimento do aluno.Este passa a ser o objectivo fundamental do ensino!
Nestes estabelecimentos, os alunos tomam uma preparação mais cuidada e consistente em vista os exames, que só por si já acarretam niveis de dificuldade elevados, aliados ao nervosismo!
Imaginemos um aluno, que necessita de obter como classificaçao nos exames a que se propos uma media superior a 18! Imaginemos a tensao deste aluno!

Uma coisa é certa: não é por terem melhores notas( casos de decimas ) no ensino secundário que poderão vir a ser melhores médicos!Até porque a vertente contacto com o paciente não está englobada nestes parametros!

O meu objectivo não é criticar, é apenas despertar as opiniões para esta realidade!
Cumprimentos,
Luis Costa